quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Indicação de leitura para pesquisa


Novas indicações de leituras fundamentais para quem quer pesquisar!

a) SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 23. Ed. São Paulo: Cortez Editora, 2007. 
b) LEITE, Eduardo Oliveira. Monografia Jurídica. 9. Ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2011. 
c) ECO, Umberto. Como se faz uma Tese. 23. Ed. São Paulo: Perspectiva, 2010. 

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Seminários sobre pesquisa em diversos níveis


Em continuidade as atividades do GPC esta realizando seminários sobre pesquisa em diversos níveis.

Aproveite a oportunidade:

Dia 27 de agosto - às 17h20min, CESCAGE - Mitaí.

Tema: Pesquisa no mestrado em ciências sociais UEPG – experiência de pesquisa de campo

Professora Renata L. P. Y. Blood - coordenadora de Direito - CESCAGE.


** Aos acadêmicos participantes dos seminários será creditado 10 horas extracurriculares.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

GPC - Previdenciário e Pós-graduação

Prezados amigos do direito previdenciário.


Em anos anteriores foram desenvolvidas algumas atividades relacionados ao estudo do direito previdenciário. As discussões foram boas e renderam bons momentos.

Agora, é o momento de retomar nossas conversas e debates sobre o direito previdenciário. Motivos não nos faltam;

1. O IBDJ - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Jurídico em parceria com o CESCAGE e o IBDP - Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário lançaram um programa de pós em direito material e processual previdenciário.

2. O CESCAGE desenvolve um Grupo de Pesquisa em direito GPC - www.pesquisacescage.blogspot.com - e teremos um Grupo de Pesquisa em Direito Previdenciário.

3. O IBDP, a partir do GPC - Grupo de Pesquisa CESCAGE - lançará um grupo de pesquisa virtual no seu site.

Então, meus amigos do direito previdenciário, vamos retomar as nossas atividades a partir do dia 20 de setembro de 2012

O novo formato do grupo será projetado a partir das contribuições de todos vocês, bem como de todos os interessados e funcionará em sintonia com pós-graduação

A formatação do grupo está aberta.

Contamos com a vossa colaboração
Enviem suas sugestões para pesquisa.direito@cescage.edu.br

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Orientações para o resumo


Conforme combinado com os presentes no primeiro seminário realizado pelo GPC, sobre a experiência da pesquisa na graduação, segue aí um resumo (com o perdão do trocadilho) com dicas para a realização de um bom resumo simples para apresentação de trabalhos em congressos. Vale lembrar que as normas variam de evento para evento, mas a essências é a que segue:

Introdução: verbos no presente. Qual o tema e suas delimitações? Quais os objetivos? Quais os pontos de partida? E marcos teóricos? Atualidade e importância do tema? Problemas e hipótese? Metodologia?
·         Objetivos: quais os problemas a serem enfrentados? Quais as possíveis soluções? Quais os pontos devem ser abordados?
·         Método: frases no pretérito. Qual o método? Quais as fontes de pesquisa?
·         Resultados: verbo no pretérito. O que foi encontrado?
·         Discussão: verbos no presente. O que os dados mostram? O que se percebe a partir do que foi encontrado?
·         Conclusões: verbo no presente. Qual o ponto de chegada? Há indicativos para um estudo maior? Há relação com os objetivos? Foram eles alcançados? Clareza e brevidade;
·         Título específico e informativo para ganhar a atenção;
·         Preferir pessoas do discurso neutro: o resumo é o personagem principal;
·         Evitar abreviações;
·         Evitar gerúndios e adjetivações;
·         Frases na ordem direta e concisas;
·         Evitar detalhes desnecessários em métodos e resultados;
·         Se o trabalho estiver em andamento, enfatizar este dado. Apresentar resultados já atingidos e indicar os futuros caminhos.

      Não posso, também, deixar de prestar a homenagem à Professora Zilda, pois muitas destas dicas vêm diretamente das suas orientações sempre precisas.

Novos sites


Atenção visitantes: novos sites relacionados no blog! Muita informação e notícias de interesse acadêmico estão disponíveis.

O português e a redação dos alunos de Direito

Fonte: http://www.conjur.com.br/2012-ago-19/segunda-leitura-portugues-redacao-alunos-direito


O português dos alunos de Direito vem se mostrando cada vez mais deficiente. E não é privilégio desta ou daquela faculdade, pública ou privada, nem mesmo de determinada região. É nacional. Frases incompreensíveis, palavras utilizadas erroneamente, dificuldade extrema em redigir um texto, impossibilidade de por no papel o que se pensa, tudo isto vai se tornando rotina nas atividades dos estudantes da graduação.
O fato não passa despercebido aos profissionais da área. Professores comentam, as faculdades de Direito notam, escritórios de advocacia e órgãos públicos alertam os estagiários, que por vezes são mandados embora ou colocados em setores mais simples, onde não seja necessário escrever.
A situação, que se agrava a cada ano, é altamente negativa. Sofrem os estudantes, pois vislumbram as dificuldades que terão na vida profissional, perdem os que os empregam, porque o serviço que prestam não corresponde às expectativas, penam as faculdades de Direito, inclusive pelos reflexos que se fazem sentir nos exames da OAB, com o baixo nível de aprovação.
De quem é a responsabilidade? Que fazer?
O primeiro passo é reconhecer que estamos diante de um momento de virada cultural, de mudanças radicais. A começar pelo uso dos aparelhos eletrônicos. Mensagens eletrônicas, torpedos nos celulares, manifestações nas redes sociais, costumam ser curtas, diretas, telegráficas. Mudam comportamentos, formas de expressão, regras de conduta. Uma das consequências é a total alteração da forma de comunicar-se por escrito, o que atinge um número significativo de jovens.
Poucos com mais de 40 anos saberão o que significa a frase “quer teclar comigo?”. Resposta: trocar mensagens. Mais difícil será compreender que “sussi” é sossego e “blz” quer dizer beleza, tudo bem. Dois pontos e um colchete :) significa feliz, mas dois pontos e um O  :O quer dizer surpresa, “beijaum” é um beijo grande. Estamos diante de uma nova e diminuta linguagem, o internetês. Consulte-se a respeito a Wikipedia (clique aqui para ler).
Além disto, palavras estrangeiras são incluídas no vocabulário, por vezes substituindo alguma do português (deletar, por apagar), em outras, traduzidas indevidamente (inicializar ao invés de iniciar) ou mesmo inovando por completo (p. ex., printar para dizer imprimir).
Socialmente, o jovem que não se expressar desta forma estará excluído do grupo. Com certeza ninguém jamais ouviu ou ouvirá uma jovem dizendo “estou louca para sair com ele, porque seu português é maravilhoso, fala e escreve muito bem”.
Em um segundo plano, mas também de grande relevância, são as deficiências do ensino médio e fundamental. Não é preciso ser um especialista para saber que houve uma queda brusca no nível de ensino e que não se reprova ninguém, principalmente nas escolas públicas. Segundo a mídia impressa “A discreta melhora apresentada nos últimos anos no ensino médio público cessou em 2011” (Folha de S.Paulo, 15.8.2012, C1).
Tudo isto faz com que, ao entrar na Faculdade de Direito, o jovem acadêmico tenha grande dificuldade em expressar-se, inclusive oralmente. O seu vocabulário reduz-se a poucas palavras. Sem vocabulário não se expõem as ideias, não se transmite o que se pensa. Daí porque surgem, nos trabalhos acadêmicos, nos testes ou nos estágios, petições lacunosas ou confusas. Ofício, carta, memorandum, nem pensar.
Não é raro que o professor encontre parágrafos incompreensíveis, petições que repetem a mesma coisa duas ou três vezes, ou referências que nada tem a ver com o assunto tratado, porque foram copiadas por quem não consegue escrever. Há uma mescla de mau português com dificuldade de organizar as ideias.
Se esta situação não é boa para qualquer estudante universitário, ela é ainda pior para o acadêmico de Direito. Sim, porque nas profissões jurídicas a exposição de ideias, falando ou escrevendo, é a imprescindível rotina de trabalho. Ao contrário, a importância será menor, por exemplo, para um profissional de área técnica.
O estudante de Direito deve procurar sair dessa situação. A regra número um é ler, de preferência autores com redação clara, rica em sinônimos, que organize bem suas ideias. Machado de Assis, por exemplo. O editorial dos bons jornais também ajuda.
A segunda regra é escrever. Fugir da cômoda repetição de textos alheios, do copia e cola, do uso absoluto de modelos. Redigir é um excelente meio de aprimorar a escrita. Uma folha por dia, sobre qualquer assunto, pedindo a alguém que leia e corrija, pode gerar excelentes resultados. Escrever o que se pensa, na ordem direta.
Por parte das faculdades de Direito também muito se pode fazer. Em primeiro lugar, enfrentando o problema. Obviamente, elas não são a causa, mas nem por isso deixam de sofrer as consequências. A queda no nível, com a consequente reprovação em Exame da OAB e concursos públicos, atinge a imagem do estabelecimento de ensino.
É preciso que se inclua o português nos cursos de graduação, como matéria obrigatória. No primeiro período e de preferência com um professor rigoroso. Se a faculdade não quiser colocar com todas as letras que está ensinando português, pode batizar a matéria com um nome mais pomposo como “Análise de texto” ou “Princípios de redação”. E se houver dificuldades com a grade horária, já que cinco anos não são suficientes para tantas matérias, que pelo menos se ofereça um módulo, isto é, aulas que se assistem por inscrição voluntária ou ainda curso a distância, via internet.
Os professores devem auxiliar os estudantes, tendo em mente que eles estão inseridos em um mundo novo, com regras próprias. E também, na medida do possível, evitar provas objetivas, pois não auxiliam na prática da redação. Provas orais também são importantes, porque obrigam o aluno a saber expressar-se. É dizer, não basta criticar, contar os erros encontrados nas provas. É preciso ajudar, orientar.
Os órgãos que administram as carreiras públicas também têm um papel a cumprir. Por exemplo, cursos de redação, presenciais ou a distância, podem auxiliar os assessores dos agentes do Ministério Público. Incluir o português nas provas de ingresso também é uma boa providência (o TJ-SP inclui Língua Portuguesa nos concursos de ingresso na magistratura). Colocar a matéria nos cursos que se ministram após a posse no cargo também é importante.
Em suma, o problema aí está e é preciso enfrentá-lo. E os estudantes necessitam ter em mente que, mesmo neste novo mundo, ele sempre exigirá do profissional do Direito clareza de ideias e eficiência na exposição das teses.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

GPC promove seminários sobre pesquisa

Em continuidade as atividades do GPC nas próximas semanas serão realizados seminários sobre pesquisa em diversos níveis.

Dia 20 de agosto – Pesquisa na graduação – Antonio César Bochenek e Vinicius Dalazoana
Dia 27 de agosto -  Pesquisa no mestrado em ciências sociais UEPG – experiência de pesquisa de campo – Renata Blood
Dia 05 de setembro – Pesquisa no mestrado em direito –  Décio
Dia 10 de setembro – Pesquisa no doutorado e na atividade jurisdicional – Fabrício Bittencurt da Cruz
Dia 17 de setembro – Produção de textos em direito, democracia e cidadania – Fabio Goris
Dia 24 de setembro – Seminário de conclusão das atividades – Antônio César Bochenek

Entrada livre. Inscrições: pesquisa.direito@cescage.edu.br

Aos acadêmicos que tiverem freqüência de 70% serão expedidos certificados de 10 horas complementares.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

CIJ - Sucesso total

Gostaria de parabenizar a todos os envolvidos na organização do CIJ na pessoa de Sandra Cogo e da Sheyla. As duas guerreiras trabalharam diuturnamente. Parabéns.

Destaco três pontos em relação as atividades do congresso.
1. A apresentação de mais de 210 trabalhos acadêmicos. O CIJ não se limitou as conferências.
2. A proposta de Congresso Internacional Jurídico foi cumprida com palestrantes de 3 continentes (América do Norte, Europa e Africa), para além dos latino-americanos.
3. A transdisciplinaridade foi a tônica dos debates.

Espero que os resumos expandidos se transformem em artigos científicos. Para tanto, o GPC em breve trará  novidades. Agora, descansar um pouco e comemorar o sucesso total.

Parabéns.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Divulgação dos horários de apresentação das comunicações do CIJ

http://www.cescage.edu.br/congressojuridico/resorces/arq/programacao.pdf
Neste endereço eletrônico está a relação de horário de apresentação das comunicações do CIJ

CIJ - Comunicações


Vários participantes do CIJ estão interessados em saber detalhes sobre as apresentações das comunicações, as quais ocorrerão no dia 06/08, a partir das 9:00 no CESCAGE.
Seguem algumas ponderações.

  1. O comunicante terá no máximo 10 minutos para fazer a apresentação do trabalho, sem possibilidade de prorrogação do tempo.
  2. Serão permitidos a utilização de quaisquer recursos tecnológicos (a cargo do comunicante).
  3. Não há regras ou formalidades na apresentação das comunicações. No CIJ prevalece a tônica da interação e integração dos saberes e conhecimentos.
  4. O comunicante deverá expor seu trabalho com a apresentação pessoal, institucional e do tema do resumo expandido. Os avaliadores verificaram se o comunicante apresentou a introdução ao tema (aproximadamente 1 a 2 minutos), desenvolvimento das ideias e dos autores relacionados ao tema (aproximadamente 6 a 8 minutos) e  proposta de conclusão (aproximadamente 1 a 2 minutos).
  5. Quaisquer dúvidas e esclarecimentos poderão ser consultados no e-mail:pesquisa.direito@cescage.edu.br

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

5000 acessos

GPC - 5000 acessos
Obrigado a todos os participantes.
Estamos promovendo uma viragem nos estudos jurídicos na Região do Campos Gerais.